Biblioteca Virtual

Dicas para Leitura

AGOSTO/2018

O Museu Nacional é uma instituição autônoma, integrante do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, vinculada ao Ministério da Educação que completou 200 anos em 2018. Criado por D. João VI, em 06 de junho de 1818, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico do país. Como museu universitário, tem perfil acadêmico e científico. São destaques do acervo: a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Dom Pedro I; a coleção de arte e artefatos greco-romanos da Imperatriz Teresa Cristina; as coleções de Paleontologia que incluem o Maxakalisaurus topai, dinossauro proveniente de Minas Gerais; o mais antigo fóssil humano já encontrado no país, batizada de "Luzia"; a riqueza da cultura indígena e afro-brasileira nas coleções de Etnologia e na Zoologia destaca-se a coleção Conchas, Corais e Borboletas. Reconhecido internacionalmente como núcleo de excelência em pesquisa, o Museu Nacional mantém parcerias com os principais centros nacionais e internacionais de ciências naturais e antropológicas. Em dois de setembro de 2018, um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu, comprometendo o acervo de 20 milhões de itens e destruindo grande parte das coleções. A administração informa que, apesar da gravidade do incêndio, é grande a esperança de se encontrar e recuperar peças importantes para a história do Brasil e do mundo.  As exposições estão fechadas ao público por tempo indeterminado.

ADMINISTRAÇÃO

Gestão Pública

EXAME. São Paulo: Editora Abril, ano 52, n. 15, ed. 1167, ago. 2018.

<https://bibliotecavirtual.emplasa.sp.gov.br/documentos/dicas/2018/agosto/Exame_ed1167.pdf>

A edição especial da Exame contém um diagnóstico sobre infraestrutura no Brasil e exemplos internacionais mundialmente reconhecidos. Discute a participação do setor público e privado, o papel das PPPs e concessões na infraestrutura brasileira; o caso do porto de Roterdã, sua estrutura, funcionamento, gestão e investimentos em tecnologia e automação; o aeroporto de Changi, em Singapura, seus serviços, conectividade com outras cidades e acesso por transporte público; a linha metroviária de Londres em expansão; a escassez de moradia em Nova York e a recente política habitacional; e a desigualdade na infraestrutura de banda larga no território brasileiro.

ECOLOGIA/MEIO AMBIENTE

Desenvolvimento Sustentável

OLIVEIRA, Ana Mourão; COSTA, Heloisa Soares de Moura. A trama verde e azul no planejamento territorial: aproximações e distanciamentos. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, São Paulo, v. 20, n. 3, p. 538-555, jul. 2018. Disponível em: <http://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5663/pdf_1>

Com a expansão da ideia de desenvolvimento sustentável a partir dos anos 1990, houve uma forte tendência de incorporação da dimensão ambiental nas políticas de planejamento territorial. Em diversos planos identifica-se uma transposição de conceitos das ciências naturais, muitos deles relacionados às formulações da Ecologia da Paisagem. A proposta de “trama verde e azul” da então região de Nord-Pas-de-Calais, na França, surgida nesse contexto, serviu de referência para o desenvolvimento de um processo mais recente de planejamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Este texto pretende fazer uma aproximação desses dois projetos, detalhando os contextos em que foram realizados e seus conteúdos, além de um distanciamento crítico, para discutir suas possibilidades e méritos, bem como suas limitações e contradições.

Sistema Ambiental

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento Ambiental. Relatório de qualidade ambiental 2017. São Paulo, SMA, 2017. 345 p. Disponível em: <http://s.ambiente.sp.gov.br/cpla/RQA_2017_1.pdf>

O Relatório de Qualidade Ambiental (RQA) integra a Política Estadual do Meio Ambiente e tem como objetivo disponibilizar informações sobre a qualidade do meio ambiente no estado de São Paulo. As informações apresentadas são produzidas pelos diversos órgãos do Sistema Ambiental Paulista e por outros do estado em tempos diferentes e com dinâmicas próprias. Por esse motivo não há um ano base fixado para o RQA, as informações apresentadas são as mais recentes atualizadas até 30/06/2017. O conteúdo espacializável deste relatório pode ser acessado pelo geoportal da Secretaria do Meio Ambiente (DataGEO) por meio do endereço: <http://datageo.ambiente.sp.gov.br/>.

ECONOMIA

Desenvolvimento/ Crescimento

SANTOS, Moacir José dos; VIEIRA, Edson Trajano; SANTOS, Divina Fátima dos. Capital social da população do município de Caraguatatuba - SP e a sua relação com o desenvolvimento social e econômico. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v. 14, n. 4, p. 226-252, jul. 2018 (ed. especial). Disponível em: <http://www.rbgdr.net/revista/index.php/rbgdr/article/view/3941>

O município de Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, apresentou nas últimas décadas significativo crescimento populacional e expansão das atividades econômicas. Porém, observa-se um descompasso entre o crescimento e o desenvolvimento, com a desigualdade territorializada. O objetivo do artigo é caracterizar esse processo por meio da aplicação de instrumento pautado em Grootaert et al. (2003). Os resultados demonstram fragilidade das redes de relacionamento e reduzida capacidade de articulação entre os munícipes e de representação dos interesses coletivos perante o poder público. Conclui-se que a limitação das condições necessárias ao desenvolvimento decorre da contradição entre a insuficiência das políticas públicas e a escassa efetividade da população em se organizar para expressar suas demandas, por sua vez derivada da própria fragmentação gerada da limitação das condições econômicas, culturais e sociais potencializadoras do capital social enquanto fator pertinente para a organização de redes de relacionamento.

HABITAÇÃO/ASSENTAMENTO HUMANO

Avaliação/ Mercado Imobiliário

OLIVEIRA, Diego Rodrigo de; COSTA, Silvio Luiz da. A morfologia urbana do capital imobiliário expansão dos loteamentos fechados em Taubaté-SP. e-metropolis, Rio de Janeiro, v. 9, n. 33, p. 15-24, jun. 2018. Disponível em: <http://emetropolis.net/system/artigos/arquivo_pdfs/000/000/250/original/emetropolis33_art1.pdf?1533045502>

O artigo analisa a lógica condicionante dos loteamentos fechados do município de Taubaté. Faz um retrospecto de 20 anos do mercado imobiliário e das condições as quais permitiram sua inserção no circuito de valorização na reprodução do capital, por meio de empreendimentos comercialmente definidos como condomínios fechados na região. Situações com a violência urbana são apresentadas com motivadoras para essa expansão desses empreendimentos, entretanto não é observado um crescimento nesse mesmo período nos índices de violência na mesma proporção.

BORGES, Luís Maurício Martins. Imposto sobre propriedade: uma reflexão crítica do caso do Município de São Paulo e da Cidade de Nova Iorque. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, São Paulo, v. 20, n. 3, p. 570-588, jul. 2018. Disponível em: <http://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5693/pdf>

A questão central da investigação está em perceber as diferentes formas, relações e sistemas de imposto sobre a propriedade da terra urbana e a repercussão na organização política, econômica e social do Município de São Paulo e da Cidade de Nova Iorque entre 2000 e 2015. A partir das especificidades da execução da política fiscal, observam-se quais são os espaços, organizações, coalizões e interesses advindos das configurações da dinâmica política e imobiliária.

Habitação Subnormal

FRANÇA, Elisabete. A city for everyone. In: INSERRA, A.; CHRISTIAANSE, K. (Ed.). In: INSERRA, A.; CHRISTIAANSE, K. (Ed.). Schindler Global Award 2017 São Paulo. Zurique: Schindler Global: ETH zürich, 2017. p. 40-47.

<https://bibliotecavirtual.emplasa.sp.gov.br/documentos/dicas/2018/agosto/Schindler-Global-Award-2017-Sao-Paulo.pdf>

O rápido crescimento urbano e populacional de São Paulo trouxe desafios ao poder público de como tratar o déficit habitacional, o aumento dos assentamentos precários e as inundações relacionadas à localização do sistema viário e ocupação de vales. O artigo discute as recentes políticas habitacionais para o município e os assentamentos precários do entorno da CEAGESP.

Problemas Habitacionais

SILVA, Helena Menna Barreto. Habitação no centro de São Paulo: políticas, disputas e impasses. e-metropolis, Rio de Janeiro, v. 9, n. 33, p. 58-70, jun. 2018. Disponível em: <http://emetropolis.net/system/artigos/arquivo_pdfs/000/000/255/original/emetropolis33_entrevista.pdf?1533045587>

Trata-se de uma entrevista com a arquiteta e urbanista Helena Menna Barreto Silva, em que discute-se a questão habitacional no centro da cidade de São Paulo. Na conversa realizada em Montreal, Canadá, a pesquisadora expôs os percursos e os problemas das políticas de habitação popular em áreas centrais no país dos anos 1980 até hoje, explorando em mais profundidade o caso de São Paulo. A entrevistada dedicou boa parte do seu trabalho de gestão pública e pesquisa acadêmica à capital paulista, culminando com a coordenação do Programa Morar no Centro, durante a gestão Marta Suplicy (2001-2004), e de diversas pesquisas sobre a questão fundiária, as políticas urbanas e os programas habitacionais da área central da cidade.

MEIO FÍSICO

Mineração

BRASIL MINERAL. Signus Editora, São Paulo, v. 35, n. 382, jul. 2018. Disponível em: <http://www.brasilmineral.com.br/revista/382/>

A edição da Brasil Mineral traz os resultados da pesquisa das maiores empresas brasileiras do setor mineral e o perfil detalhado das 100 maiores. Contém reportagem sobre o desempenho da produção mineral brasileira, que voltou a crescer; e outra sobre a concentração empresarial do setor, que permanece elevada.

POLÍTICA

Governança

CABRAL, Magali. Democracia em essência. Página 22, São Paulo, n. 108, p. 12-16, jun. 2018. Capa. Disponível em: <http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2018/06/P22-ED108-1.pdf>

A reportagem discute como a participação articulada de diversos atores locais pode ajudar a resolver ou minimizar problemas complexos. Apresenta os conceitos de governança e governança territorial de acordo com pesquisadores do tema, e exemplifica o que tem sido feito em diversas áreas com alguns casos e programas brasileiros.

RODRIGUES, Fábio. Jogando junto. Página 22, São Paulo, n. 108, p. 18-21, jun. 2018. Capa. Disponível em: <http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2018/06/P22-ED108-1.pdf>

A reportagem defende que para fazer as políticas públicas darem um salto de qualidade é preciso tornar mais porosos os limites entre o governo e os cidadãos. É aí que entra em prática a ideia de governança. No Brasil são encontrados os mais diversos tipos de relacionamento entre sociedade civil e governos. O texto aborda como exemplos os orçamentos participativos, os Conselhos Municipais, os “hacktons”, eventos de curta duração voltados a buscar soluções de um problema específico, o Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí e os Comitês de Bacia.

ADEODATO, Sérgio. Como ir além do discurso. Página 22, São Paulo, n. 108, p. 30-32, jun. 2018. Capa. Disponível em: <http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2018/06/P22-ED108-1.pdf>

Tendo em vista alguns casos como a construção do complexo industrial de Serra do Salitre (MG), os projetos de despoluição do Rio Tietê (SP), e o plantio de eucalipto em Imperatriz (MA), a reportagem mostra que embora não tenha uma receita pronta, a governança territorial possui alguns elementos determinantes para garantir sua efetividade, quais sejam: o alinhamento de expectativas para evitar frustrações, a construção de confiança para amenizar possíveis conflitos incentivar a busca de superações, a existência de uma estrutura de monitoramento flexível e dinâmica, a definição clara de responsabilidades, entre outros.

Participação Comunitária

BRAGA, Andréa Luiza Curralinho; PESSALI, Huáscar Fialho. Política urbana e participação: presença e voz no Conselho da Cidade de Curitiba. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, São Paulo, v. 20, n. 3, p. 522-537, jul. 2018. Disponível em: <http://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5667/pdf>

A política urbana em Curitiba tem o Conselho Municipal da Cidade de Curitiba (Concitiba) como instância participativa permanente. Este texto aborda o desenho institucional do Concitiba e dimensiona o quanto produz de inclusão através da presença e da voz ao longo de suas duas primeiras gestões (2008 a 2013). Com relação à presença, encontramos a predominância regimental e efetiva de dois grupos, o setor público e o setor produtivo. Com relação à voz, notamos amplo provimento de espaço para os grupos representados.

RECURSOS HÍDRICOS

Gestão

RICHTER, Renato Mauro; JACOBI, Pedro Roberto. Conflitos na macrometrópole paulista pela perspectiva da crise hídrica. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, São Paulo, v. 20, n. 3, p. 556-569, jul. 2018. Disponível em: <http://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5688/pdf>

O estudo se concentra nas relações entre a sociedade e o meio ambiente com o objetivo de analisar os conflitos socioambientais da Macrometrópole Paulista (MMP) no que se refere ao acesso e gerenciamento da água pela perspectiva da recente crise hídrica. Visa entender, por meio de uma pesquisa qualitativa, como os modelos urbanos de gerenciamento de água são abordados pela perspectiva de representantes da sociedade civil, diante das questões que envolvem os múltiplos usos, disponibilidade frente a quantidade e qualidade e os atores envolvidos. Os resultados apontam para a necessidade da construção de mecanismos que possam efetivamente contribuir para a segurança hídrica tanto no aspecto da disponibilidade como de seus usos e participação dos atores.

REGIÕES/REGIONALIZAÇÃO/METROPOLIZAÇÃO

Planejamento/ Desenvolvimento Regional

COSTA, Marco Aurélio; THADEU, Marcos; FAVARÃO, Cesar B. (Org.). A nova agenda urbana e o Brasil: insumos para sua construção e desafios a sua implementação. Brasília: Ipea, 2018. 133 p. Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=33345&Itemid=433>.

O livro é fruto de uma demanda do Conselho Nacional das Cidades (ConCidades) após a publicação do relatório brasileiro sobre a Conferência Habitat III. O primeiro capítulo traz uma reflexão sobre os rumos da Nova Agenda Urbana de maneira mais geral abordando aspectos da geopolítica das cidades. Os demais capítulos tratam dos temas de Habitat III, tais como mobilidade, saneamento, direito à cidade, governança, habitação, finanças, entre outros.

SANEAMENTO AMBIENTAL

Políticas/ Planos/ Programas/ Projetos/ Pesquisas/ Estudos

SANEAMENTO AMBIENTAL. Signus Editora, São Paulo, v. 28, n.189, 2018. Disponível em: <http://www.sambiental.com.br/revista/SA189.pdf>.

A edição da Saneamento Ambiental contém matéria sobre o Ranking da Universalização do Saneamento, realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, cujo objetivo foi identificar o quão próximos os municípios estão da universalização do saneamento; matéria sobre estação de tratamento de efluentes de barragem, com elevado grau de automação, em área da Companhia Brasileira de Alumínio em Miraí (MG); artigo analisando a composição florística de uma floresta restaurada em área minerada de bauxita em Descoberto-MG; entre outros.

TRANSPORTES

Cicloviário

GUERREIRO, Thais de Cássia Martinelli; SILVA, Antônio Nélson Rodrigues da; RAMOS, Rui António Rodrigues. Explorando dados de pesquisas origem-destino para o planejamento de novas redes cicloviárias. Revista dos Transportes Públicos, São Paulo, v. 40, n. 149, p. 7-24, 2º quadr. 2018. Disponível em: <http://files.antp.org.br/2018/7/31/rtp149-e.pdf>

O estudo explorou a utilização de dados de pesquisas domiciliares de origem-destino para o desenvolvimento de um método de planejamento de novas redes cicloviárias. Três propostas, baseadas na identificação de trechos do sistema viário com um determinado número de possíveis rotas sobrepostas, foram consideradas no estudo de caso aqui realizado para aplicação do método: a primeira com cinco ou mais rotas sobrepostas, a segunda com 10 ou mais e a terceira, com 15 ou mais rotas sobrepostas. Foram analisados custos e benefícios das redes propostas de duas maneiras. A primeira utilizou informações provenientes da própria pesquisa origem-destino, enquanto que a segunda considerou dados agregados de população associados aos setores censitários do IBGE.

ROMANHOLI, Mateus Pedrucci; KANAI, Cláudio Makoto; NAKAMURA, Priscila Missaki; GARCIA, Leandro Martin Totaro; SÁ, Thiago Hérick de. Discrepâncias na estimativa da distância de viagens segundo diferentes métodos a partir de dados da Pesquisa Origem e Destino de São Paulo. Revista dos Transportes Públicos, São Paulo, v. 40, n. 149, p. 25-38, 2º quadr. 2018.   Disponível em: <http://files.antp.org.br/2018/7/31/rtp149-e.pdf>

O estudo tem como objetivo avaliar, com base nos dados da Pesquisa Origem e Destino realizada em 2007, as diferenças entre as estimativas de distâncias percorridas por pessoa e por modo, a partir de três métodos distintos: (1) distância euclidiana disponível nos microdados da pesquisa de origem e destino; (2) serviço online do Google Maps; e (3) dados abertos e colaborativos de malha viária do OpenStreetMap como base para algoritmos de roteamento da extensão pgRouting para o banco de dados espaciais PostgreSQL/PostGIS. A principal fonte de dados deste estudo é a Pesquisa Origem e Destino da Região Metropolitana de São Paulo – RMSP de 2007, que compreende as 39 cidades da região.

Mobilidade

INSERRA, Andre; CHRISTIAANSE, Kees (Ed.). Schindler Global Award 2017 São Paulo. Zurique: Schindler Global: ETH zürich, 2017.

<https://bibliotecavirtual.emplasa.sp.gov.br/documentos/dicas/2018/agosto/Schindler-Global-Award-2017-Sao-Paulo.pdf>

O Schindler Global Award é um competição internacional bienal sobre mobilidade e planejamento urbano. A edição de 2017 foi sobre a cidade de São Paulo, para a qual foram pedidas estratégias holísticas de planejamento urbano, englobando fatores espaciais, sociais e econômicos, usando a mobilidade como catalisadora. O local escolhido para as intervenções foi a CEAGESP e seu entorno. A publicação contém ensaios sobre os temas concernentes e os projetos vencedores.

BIDERMAN, Ciro. In search of lost time: transport economics and mobility in São Paulo. In: INSERRA, A.; CHRISTIAANSE, K. (Ed.). Schindler Global Award 2017 São Paulo. Zurique: Schindler Global: ETH zürich, 2017. p. 22-31.

<https://bibliotecavirtual.emplasa.sp.gov.br/documentos/dicas/2018/agosto/Schindler-Global-Award-2017-Sao-Paulo.pdf>

O artigo discute economia de transporte e mobilidade em São Paulo. Apresenta argumentos para escolhas dos diferentes modais pela população, como custo, distância e qualidade. Defende uma mudança na cidade que valorize espaços para pedestre, ciclista e o transporte público. Cita as vantagens da implementação de BRT como em Curitiba e Bogotá, e aponta como paradigma para o futuro a coexistência no desenho urbano de vários modais.

ROTHFUCHS, Konrad; SCHELER, Christian. New paradigms of urban mobility planning: how do we move in the city of tomorrow? In: INSERRA, A.; CHRISTIAANSE, K. (Ed.). Schindler Global Award 2017 São Paulo. Zurique: Schindler Global: ETH zürich, 2017. p. 76-85.

<https://bibliotecavirtual.emplasa.sp.gov.br/documentos/dicas/2018/agosto/Schindler-Global-Award-2017-Sao-Paulo.pdf>

As áreas povoadas aumentam pelo mundo, fazendo crescer também as distâncias percorridas no cotidiano. Apesar do crescimento das economias compartilhadas, ainda é expressivo o apelo ao transporte por automóvel individual. O texto discute os desafios relacionados à mobilidade. Nas últimas décadas as respostas nas cidades ocidentais industrializadas têm sido pelo avanço tecnológico, como os carros automáticos, ou pelo viés das cidades-inteligentes e seu apelo digital. O artigo discute outras abordagens e soluções baseado em cidades e regiões metropolitanas da Alemanha.

URBANISMO

Sociologia Urbana

JESUS, Liliane de Vasconcelos de. Modos de dizer a cidade contemporânea: desafios de ler e escrever Salvador. e-metropolis, Rio de Janeiro, v. 9, n. 33, p. 25-31, jun. 2018. Disponível em: <http://emetropolis.net/system/artigos/arquivo_pdfs/000/000/251/original/emetropolis33_art2.pdf?1533045518>

A cidade faz parte das discussões afeitas à contemporaneidade. Por mais complicada que possa parecer, a urbe exerce um fascínio inevitável, não somente por despertar o desejo de compreender o momento atual, como também por seu papel como pedra de toque no desfile da complexidade humana. É, nesse sentido, que perceber a cidade diante de sua condição física e de objeto do discurso converte-se em proposta, em tema, em problema, em constituição simbólica para uma representação que busca dar conta da experiência urbana atual e dos discursos que a representam. A partir dessa perspectiva, o presente trabalho busca refletir criticamente sobre as imagens que representam a capital baiana instituída pela literatura e pela mídia contemporânea.

USO DO SOLO

Zoneamento

BARONE, Ana Cláudia Castilho. Harland Bartholomew e o zoneamento racialmente informado: o caso de St. Louis. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, São Paulo, v. 20, n. 3, p. 437-456, jul. 2018. Disponível em: <http://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5638/pdf>

O artigo busca recuperar os fundamentos raciais que contribuíram para configurar as propostas de zoneamento compreensivo desenvolvidas por Harland Bartholomew para a cidade de St. Louis, Missouri, entre 1916 e 1947. Além de ter sido um dos urbanistas que mais produziu planos e propostas de zoneamento dos EUA, Bartholomew também se tornou referência fundamental para o urbanismo em São Paulo.